Mostrando postagens com marcador lutas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador lutas. Mostrar todas as postagens

29/06/2010

Vamos à luta Pará

TOMAR AS RUAS
Para garantir a tarifa em R$ 1,70!
Estender esse valor pra Ananindeua e Marituba
Depois de vários dias de espera finalmente a tarifa foi reduzida pra R$ 1,70. Vencemos toda a catimba da prefeitura e dos empresários. Trata-se de um gol de placa conquistado com lutas ao longo dos últimos anos. É uma grande vitória para os trabalhadores e um verdadeiro presente depois da bela apresentação da seleção canarinho.
Desde quinta-feira, 24/06, estamos nas ruas exigindo o cumprimento da liminar que reduzia o valor da passagem. Nos concentramos em frente ao Palácio Antonio Lemos e na praça da república para nossas manifestações. Em todas as atividades sentimos que o povo está insatisfeito com as péssimas condições da frota e que torcia para que ganhássemos. Nosso movimento vinha de antes, com destaque para o time dos rodoviários de Ananindeua a Marituba que na última greve pautou a qualidade dos transportes e para os secundaristas com sua luta pela manutenção da meia-passagem em Ananindeua.
 Agora mais do que antes é preciso que o povo trabalhador se manifeste. A prefeitura disse que vai recorrer da decisão mostrando que governa contra o povo. Os empresários fazem jogo sujo, dizem que estão no prejuízo e vão recorrer. No entanto, quem está no prejuízo é o povo trabalhador, pois perdemos 5 dias de tarifa reduzida. Desde a quinta-feira, dia 24/06, deveríamos pagar R$ 1,70. A pressão dos empresários e a má fé do prefeito Duciomar, impediram que a decisão vigorasse. Nesse jogo eles estão com 5 gols de vantagem. Com a decisão começamos a virar o jogo, mas ainda falta muito pra terminar partida.
E necessário mobilização para manter a passagem em R$ 1,70 para evitar o golpe do prefeito Duciomar e dos empresários. O adversário tem experiência, muito dinheiro e já disputou várias copas do mundo. Por isso temos que ir pra rua, pois juntos, sem salto alto, conseguiremos derrotá-los. Nesta na quarta, em conjunto com os estudantes do Deodoro e do Ulisses, 17h, já haverá a primeira manifestação. Nossa mobilização é para a imediata extensão do valor de 1,70 pra toda a região metropolitana, tema de ação das entidades já protocolada no MPE. Na raça podemos vencer!
UNIDOS PRA LUTAR por: 
- manutenção da tarifa para 1,70 e ampliação para toda a região metropolitana
- aumento da frota, sobretudo nos horários de pico (entre 6 e 8h e 18 e 20h).
- aumento das linhas atendendo bairros periféricos.
- Contra o fim da meia-entrada para os estudantes de Ananindeua.

18/06/2010

artigo de opinião

USP: Pão, circo e punição social


Cerca de 1.000 servidores da Universidade de São Paulo receberam sues holerites com valor praticamente igual a zero, por causa do desconto praticado em função da greve que mantêm desde 5 de maio. A medida, completamente inédita nessa universidade, evidencia que há algo errado com a avaliação da direção da USP sobre a greve dos funcionários. Todos que sofreram descontos trabalham em órgãos ligados à administração central. Se apenas nesses órgãos há 1.000 grevistas, cai por terra a explicação de que só fariam greve os “militantes profissionais”. O artigo é de Adrian Pablo Fanjul, professor da USP.

Adrian Pablo Fanjul (*)

Nos primeiros dias deste mês, cerca de 1.000 servidores da Universidade de São Paulo (USP) receberam sues holerites com valor praticamente igual a zero, por causa do desconto praticado em função da greve que eles mantêm desde 5 de maio. A medida, completamente inédita nessa universidade, onde me desempenho como docente e pesquisador, evidencia, em primeiro lugar, que algo não se corresponde com a avaliação que a direção da USP tem difundido em torno da greve dos funcionários, informando, para a opinião pública, que tudo na USP funcionaria normalmente.

Todos que sofreram descontos trabalham em órgãos ligados à administração central. Se apenas nesses órgãos há 1.000 grevistas, cai por terra a explicação de que apenas fariam greve os “militantes profissionais”, “grupos violentos” e outras denominações que já fazem parte do repertório com que os dirigentes da Universidade encobrem, desde anos atrás, sua propensão ao autoritarismo e sua constante procura do confronto. Infelizmente, essa propensão costuma encontrar eco em setores do sindicato dos funcionários, e hoje vivemos um novo capítulo, talvez o mais dramático pelas suas conseqüências sobre as famílias daqueles que vêem seus salários retidos.

Dissemos que há uma procura do confronto por parte dos dirigentes universitários porque esta greve se iniciou como conseqüência de um aumento salarial de 6% a nós, docentes, negado aos funcionários. Era completamente previsível que os funcionários reagissem diante dessa verdadeira punição social, coletiva e a priori, que os condena a pagar, com sua perda salarial, a recomposição de quem menos precisa: os docentes.

O Conselho de Reitores recusou-se sequer a considerar a extensão desse aumento aos funcionários, ou mesmo uma distribuição mais equitativa do orçamento previsto para recomposição salarial, inclusive quando os representantes de todos os setores, até dos docentes, renunciaram a toda outra reivindicação. Também era previsível que, na USP, universidade onde a comportamento das autoridades foi mais conflitante, chegando-se ao extremo de cortar o salário dos servidores, acontecesse a atual ocupação da reitoria, desta vez não por estudantes com longas pautas de reivindicação, mas por trabalhadores com uma única exigência entendível por qualquer cidadão: o pagamento do salário para sustentar suas famílias.


O que nos motiva a incluir a expressão “pão e circo” nesta coluna é o papel reservado pelas autoridades a nós, docentes: o de beneficiários compulsivos da punição aos funcionários. Papel perigoso, pelo desgaste que prefigura na convivência entre setores da universidade. A explicação dada pelos reitores, de que se tenta valorizar o trabalho dos docentes resulta questionável, já que enquanto isso acontece, conhecemos um comunicado da reitoria da USP que anuncia que a reposição dos docentes aposentados exigirá justificativas específicas, prefigurando-se a redução do quadro de professores no mediano prazo.

Nesse contexto, a simpatia que as autoridades tentam ganhar entre nós, professores, parece ter base apenas no prazer pela humilhação do mais fraco, que coloca o menos fraco, imaginariamente, mais próximo de quem detém o poder.

Na USP, isso se vê reforçado por um detalhe que acrescenta populismo: logo em um ano eleitoral, nós, docentes, recebemos um vale-alimentação de entre 300 e 400 reais, sustentado pelo mesmo orçamento do qual se nega o aumento aos funcionários. Nunca tínhamos recebido um benefício como esse, instrumento de solidariedade social que não parece adequar-se a nossa função e perfil sócio-econômico. O que se espera de nós, enquanto contemplamos, de vale na mão, a série de castigos supostamente desferidos para valorizar-nos? Qual é a real valoração intelectual e ética que prefigura, para nós, esse lugar que, na cena, nos é proposto?

São perguntas que interessam não apenas aos protagonistas da vida acadêmica, mas à sociedade em geral, porque nelas também se interrogam modelos de universidade e de educação.

(*) Adrian Pablo Fanjul é professor e pesquisador no Departamento de Letras Modernas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.


09/06/2010

Funcionários da USP em greve invadem reitoria

Manifestantes pedem aumento salarial e reclamam de corte.
No prédio, eles também colocaram faixas criticando o reitor.

Do G1, em São Paulo
Funcionários da USP que estão em greve desde o início de maio invadiram a reitoria por volta das 10h desta terça-feira (8). O grupo destruiu a porta de uma garagem nos fundos do prédio e quebrou vidros de janelas. Eles também colocaram faixas no edifício criticando o reitor e pedindo sua saída.
Prédio da reitoria foi invadido nesta terçaPrédio da reitoria foi invadido nesta terça (Foto: Fernanda Nogueira/G1)

A ação, segundo os manifestantes, foi motivada pelo corte dos salários de cerca de mil funcionários, devido à greve. Os manifestantes pedem aumento de 6% à categoria, como concedido aos professores da USP, Unesp e Unicamp em fevereiro, além dos 6,57% concedidos a todos servidores das universidades paulistas, em maio.
Em boletim, o sindicato chamou o protesto de "ato repúdio ao reitor autoritário".
saiba mais
O prédio da reitoria já havia sido fechado pelos grevistas, assim como os edifícios que abrigam a coordenadoria do campus e a coordenadoria de assistência social.
Parte do grupo de invasores, liderado por diretores do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp). era formada por jovens que aparentam ser estudantes. Alguns deles enrolaram cachecóis no rosto para evitar a identificação. No momento da invasão, eles pediram para que a imprensa não tirasse fotos.
A maioria dos funcionários que estavam mobilizados em frente à reitoria acompanhou a invasão de fora, com olhares assustados. Questionado, um deles afirmou que não sabe se a ação valerá a pena.
Carros da Guarda Universitária acompanharam toda a movimentação de longe.
A assessoria de imprensa da reitoria ainda não falou sobre o assunto.
Por volta das 10h40, diretores do sindicato convocaram os funcionários a entrar no prédio para uma assembleia. Alguns entraram, mas a maioria preferiu ficar de fora, o que obrigou um dos dirigentes a fazer uma reunião em frente à garagem da reitoria. Por volta das 11h15, a maior parte dos funcionários reunidos em frente à porta quebrada da reitoria decidiu manter a invasão e fazer uma assembleia dentro do prédio.

crise economica

Espanha enfrenta greve de funcionários públicos contra cortes de salários

Paralisação de 24 horas foi convocada por três centrais sindicais após pacote do governo para corte de gastos.

BBC
imprimir
Mais de 2,5 milhões de funcionários públicos na Espanha entraram nesta terça-feira em uma greve de 24 horas em protesto contra o pacote econômico do governo que reduziu os salários dos servidores.
Hospitais, aeroportos, escolas e presídios funcionam com menos da metade dos trabalhadores.
Serviços de transporte público, saúde, educação, segurança e justiça estão sendo cobertos pelos governos regionais, mas os setores dependentes da administração central prometem parar durante todo o dia.
Segundo os sindicatos, os aeroportos espanhóis funcionam com 36,5% do pessoal, escolas públicas com 23%, e os trens com 50% dos serviços.
A greve convocada por três centrais sindicais (CO, UGT e CSI-CSIF) é a primeira ameaça cumprida pelos servidores desde que o Parlamento aprovou a diminuição dos salários (5% em média) e o congelamento das aposentadorias em 2011.
O pacote aprovado há duas semanas prevê uma economia de 15 bilhões de euros (cerca de R$ 34 bilhões) por ano.
Apesar disso, a agência de avaliação de risco Fitch anunciou no dia seguinte o rebaixamento da classificação da dívida espanhola para um nível que ainda indica um baixo risco de calote - mas que demonstra que há um temor sobre a capacidade do país de pagar seus compromissos financeiros em dia.
Sucesso'
O primeiro boletim emitido pelas centrais sindicais indicou que durante a madrugada (o protesto começou à meia-noite local, 19h00 de segunda-feira em Brasília) 80% dos trabalhadores aderiram à greve.
Os setores com maior participação durante as primeiras horas são os de limpeza, bombeiros e Justiça.
Os canais públicos de televisão estão sem notícias desde as 0h15 locais e exibem apenas um comunicado afirmando que a programação do dia estará alterada pela greve.
Para deputados e senadores do Parlamento espanhol, o trabalho também estará reduzido nesta terça-feira.
Apesar das previstas sessões de votações, os serviços do Congresso e do Senado funcionam com 28% do pessoal.
Nos ministérios, a paralisação é de mais de 80%, segundo os sindicatos. O Ministério da Fazenda, que recolhe nesta temporada as declarações de renda, terá apenas 8% dos trabalhadores durante o dia.
Os sindicatos convocam ainda a população para diversas manifestações nas principais cidades da Espanha e mais de cem assembleias de trabalhadores.
Medidas 'injustas'
Em nota à imprensa, as centrais Comissões Operárias e União Geral de Trabalhadores justificam a greve e afirmam que as medidas do pacote do governo para superar a crise econômica são "injustas, desequilibradas e antieconômicas".
E ainda ameaçam o governo com uma greve geral em caso de não haver retificação no pacote.
O ministro do Trabalho, Celestino Corbacho, disse no dia anterior à greve que respeita a decisão dos servidores, mas considera as medidas aprovadas "muito necessárias".
Além da Espanha, outros países enfrentam a crise e a protesto dos trabalhadores. As primeiras manifestações surgiram na Grécia há um mês.
Os ministros de Economia da União Europeia tiveram que aprovar uma ajuda financeira para salvar o país da quebra, defender o euro e tentar impedir que a crise continuasse contaminando a região.
Os governos de outras nações da zona do euro, como Espanha e Portugal, e a Hungria, que estava em processo de se adotar a moeda comum europeia, afirmaram que suas economias não são como a grega e podem sair da crise sem ajuda.

25/05/2010

Viva a luta dos trabalhadores e do povo grego!

A rebelião dos trabalhadores gregos contra o brutal plano de ajuste capitalista comove a Europa. O mesmo começam a fazer e pela mesma causa os trabalhadores espanhóis contra o governo social-democrata de Rodríguez Zapatero.



Na Grécia, as greves gerais se sucedem com combativas mobilizações de massas que incluíram até policiais e militares uniformizados.



O governo social-democrata helênico encabeçado por Yorgos Papandreu ganhou recentemente as eleições prometendo aumentos salariais. Hoje pretende impor um brutal plano de ajuste que lhe ditaram o FMI e o Banco Central Europeu, com o apoio de Obama e do imperialismo norte-americano para “salvar” da quebradeira o Estado grego e pagar ao setor privado os empréstimos.



O endividamento de Grécia com os bancos supera o valor do seu PIB. Para que possa pagar aos banqueiros, principalmente alemães, devem emprestar outros 120 bilhões de euros. Para que dêem esse empréstimo gigantesco exigem do governo grego um terrível plano de ajuste que prevê: congelamento de salários e pensões da função pública durante 5 anos; supressão do equivalente a dois meses de salário ao ano de todos os empregados públicos; aumento do IVA de 19 a 23%; aumento dos impostos nos combustíveis, bebidas alcoólicas e tabaco; anulam-se aposentadorias por trabalhos insalubres antes dos 60 anos; aposentadoria com 40 anos de contribuição; re-cálculo diminuindo as aposentadorias em base a média dos ingressos da vida laboral e não dos últimos anos; salário de miséria para jovens e desempregados de longa duração que consigam trabalho; privatização de transportes, energia e outras; ajuda aos bancos; flexibilização laboral facilitando demissões.



O FMI (Fundo Monetário Internacional), justamente odiado pelas massas em todo o mundo por seus planos de ajuste na América Latina e no Leste Europeu que provocaram gravíssimos desastres sociais, agora é o encarregado de supervisionar o plano de fome na Grécia, junto ao Banco Central Europeu, ambos atuando por conta do setor privado agiota, cujo único interesse é tirar o máximo possível da crise grega.



A política oficial de ajudar aos bancos na crise de 2008, assim como as políticas fiscais adotadas há décadas favorecendo aos ricos e às grandes empresas, que eliminaram ou baixaram substancialmente impostos sobre a renda e o patrimônio, foram os principais causadores do enorme déficit público e do super endividamento estatal que agora se pretende que paguem os trabalhadores.



Os empresários e os acionistas engordaram com dividendos, deduções fiscais de todo tipo e remunerações astronômicas que lhes permitiram adquirir fortunas incríveis. A Igreja Ortodoxa grega tem gigantescas propriedades e não paga impostos, enquanto seus bispos vivem como reis. Todos eles devem pagar a crise.



Grécia é uma pequena proporção, 2,5% da economia da União Européia. Mas o problema não se circunscreve nem termina na Grécia, ao contrário apenas começa. A maioria dos Estados europeus, assim como Estados Unidos e Japão, tem dívidas em proporção a sua economia, similares a grega, só que enormemente maiores em quantidade. Grécia funciona como um grande laboratório, tanto sobre as medidas econômicas que estão aplicando contra os trabalhadores, como da capacidade das massas para enfrentá-las.



A mesma medicina da Grécia agora está tentando aplicar o governo de Rodríguez Zapatero na Espanha, rebaixando os salários dos trabalhadores públicos e outras medidas de ajuste. Os governos chamados falsamente socialistas querem que a crise a paguem os trabalhadores. Iguais caminhos podem tomar os governos da Itália, Portugal, Grã Bretanha, França… E se o ajuste é derrotado na Grécia será duplamente mais difícil o impor imediatamente no resto da Europa.



Os trabalhadores da Grécia se negam, com toda a razão, a pagar a crise do sistema capitalista. Uns 70% se manifestaram contra pedir empréstimo ao FMI e fazer sacrifícios. Isto desmente a suposta popularidade que permitiria fazer o que quer o governo de Papandreu. E alguns meios dizem que a indignação popular pode pôr em perigo a continuidade do governo.



Na última semana as manifestações e ações de protesto se multiplicaram. Saíram à rua desde os lixeiros até empregados de linhas aéreas, marinheiros, membros da Polícia e do Exército - estes últimos têm proibida a associação sindical. O sindicato Adedy, que representa cerca de meio milhão de empregados do setor público, afirmou: “estas medidas são um desastre, levarão a uma recessão mais profunda ou inclusive a falência do país. O Governo está roubando nossos salários e nossas aposentadorias”.



A batalha dos trabalhadores gregos, espanhóis e europeus interessa a todos os trabalhadores do mundo. O mesmo plano de ajuste que querem impor hoje na Grécia e Espanha, tratarão de impor amanhã em outros países do mundo. Já estão tentando impor novamente planos de ajuste em vários países latino-americanos. Há dos bandos. De um lado os governos a serviço das multinacionais, os bancos e o imperialismo, pretendem que sejamos os trabalhadores e povos oprimidos os que paguemos a crise causada pela sede de lucro dos capitalistas. De outro lado estamos os trabalhadores e povos oprimidos do mundo que, atropelando as direções sindicais burocráticas, temos demonstrado que podemos lutar e derrotar os planos de ajuste do FMI.



Na América Latina os governos seguem pagando as dívidas externas que logo são usadas pelo imperialismo para salvar bancos e multinacionais e dar “empréstimos” como agora o do FMI à Grécia. Devemos exigir aos governos que se dizem “progressistas” e “populares” e que inclusive, criticam os ajustes do FMI, como Lula, Chávez, Evo Morales (que enfrentou uma greve geral da COB), Cristina Kirchner, Correa ou Mújica, que deixem de pagar as dívidas externas para realmente mostrar que apóiam aos povos da Grécia, Espanha ou Portugal.



Convocamos a nossos irmãos trabalhadores de todos os países a se unir, a se solidarizar com a luta dos trabalhadores gregos, porque é a luta de todos. Em primeiro lugar é a luta dos trabalhadores da União Européia, porque se o ajuste se impõe na Grécia, irão aplicar planos similares em cada país. Mas se o plano de ajuste e o governo grego são derrotados, em todos os lados estaremos mais fortes para impedir estes planos do imperialismo e do FMI, e se aproximara a hora de uma solução dos trabalhadores à crise, terminando com a exploração capitalista. Neste processo de lutas, o desafio dos trabalhadores europeus e de todo o mundo é o de conformar partidos revolucionários que realmente os representem e lutem conseqüentemente por seus direitos, pois os atuais partidos que se dizem de esquerda estão na realidade do lado dos capitalistas.



Exigimos de todas as centrais sindicais, aos sindicatos e a todas as organizações operárias e populares do mundo, que se organizem ações de solidariedade e uma jornada internacional de apoio aos trabalhadores da Grécia, Espanha e do resto da Europa.

Nota pública da Frente de repúdio à ação da Polícia Militar de SC

Nota pública da Frente de repúdio à ação da Polícia Militar de SC



Ao povo de Santa Catarina.



A Frente de Luta pelo Transporte Público vem por meio desta nota repudiar

a ação da Policia Militar de Santa Catarina na noite de 21 de maio, que

colocou em risco a vida dos cidadãos que manifestavam seu repúdio ao

aumento da tarifa e os princípios constitucionais de respeito a

integridade física e moral do indivíduo, de liberdade de imprensa e de

livre manifestação. A ação da PM e seu efetivo especializado (PPT, BOPE)

contou com a aplicação a revelia de choques elétricos nos cidadãos, e

ainda com nítidas manobras violentas e em alta velocidade com suas

viaturas contra o corpo da manifestação.



Consideramos ainda a detenção arbitrária dos dois manifestantes acusados

de danificar o patrimônio público por causa de pichações no centro da

capital é uma afronta à inteligência do povo catarinense. Primeiro

detiveram dois

manifestantes e depois tiraram fotos aleatórias dos locais pichados,

atribuindo arbitrariamente a responsabilidade aos detidos. Tal atitude não

passa de uma tentativa de usar a intimidação para calar a boca da Frente,

já que nossos objetivos são justos e legítimos e vão contra os interesses

de uma pequena, mas poderosa elite da nossa cidade de Florianópolis, que

controla privadamente o transporte coletivo a mais de 40 anos, e assim com

sua força econômica compra a classe política e faz da PM/SC um instrumento

político (e violento) de seus interesses. A Frente de Luta pelo Transporte

Público também repudia a prisão do jornalista que trabalhava cobrindo a

manifestação, demonstrando outra prática coerciva da polícia que é

ameaçar, intimidar e nesse caso até prender, quem ousar filmar e registrar

as barbaridades cometidas pelos policiais em “trabalho”.



As bravatas do comandante tenente-coronel Newton Ramlow (que outrora já se

afirmou combatente contra os Movimentos Sociais da cidade) e de seus

comandados, ao chamar os manifestantes de “vagabundos” e “filhos da puta”

(sic), demonstra a incapacidade desses servidores públicos em cumprir com

a função que lhe foi atribuída pela sociedade dentro do cumprimento das

leis.



Chamamos a atenção que muitos desses xingamentos desferidos pelo coronel e

por seus comandados contra mulheres e crianças ferem também a lei Maria da

Penha e o Estatuto da Criança e do Adolescente e não condiz com critérios

éticos estabelecidos por lei aos servidores públicos.



A Frente exige a abertura imediata de inquérito e processo administrativo,

disciplinar e criminal contra os policiais e seus comandantes envolvidos

na noite do dia 21 de maio de 2010, como uma forma de garantir o Estado

Democrático de Direito.





Frente de Luta pelo Transporte Público.



Florianópolis. 24 de maio de 2010.

10/05/2010

A luta de classes na Grécia

O conceito marxista de luta de classes foi - e em muitos casos ainda é - muito criticado pelos revisionistas de todo o tipo e pelos pós-modernos. Para o azar deles a roda da História seguiu girando e mostrou quem estava com a razão.

A crise financeira atingiu em cheio a Grécia. O Governo disponibilizou 28 bilhões para salvar os banqueiros em apuros. Agora quer cortar 30 bilhões da população. Esta resiste! O que é isso senão uma luta dos ricos contra os pobres? Ou seja, uma luta de classes?!

As mobilizações na Grécia se tornaram massivas e têm deixado apreensivas as classes dominantes no mundo inteiro, e em especial na Europa, onde outros países passam por dificuldades semelhantes. Temem que esse "contágio grego" se alastre pelo continente.

A situação também mostra que as classes dominantes não têm outro modelo de capitalismo para apresentar. Diante da crise do neoliberalismo só conseguem oferecer mais neoliberalismo! É o ajuste que pretendem impor ao povo grego: corte de salários, ataques à previdência, às leis trabalhistas, etc.
Isso mostra que, diferente do que alguns chegaram a acreditar quando estourou a crise financeira, o neoliberalismo não morrerá sozinho! Há uma incapacidade estrutural das classes dominantes, advinda do atual estágio de desenvolvimento e funcionamento das forças produtivas e alcance global do modo de produção capitalista, em oferecer outro modelo de capitalismo. Essa incapacidade se expande para praticamente todos aqueles que encontram-se comprometidos com o sistema. É o caso da social-democracia, que apesar de ter sido eleita pelo desgaste do governo neoliberal de Karamanlís, busca a todo o custo impor um ajuste que é... neoliberal!

A luta que se trava nas ruas da Grécia é para saber quem vai pagar pela crise capitalista. As classes dominantes querem jogar a conta nas costas das classes subalternas. Estas últimas negam-se a pagar a conta de uma crise que não criaram. Ainda não se sabe quem sairá vitorioso dessa queda de braço. Mas não se pode negar que estamos diante de uma luta de classes. Marx, mais uma vez, manda lembranças!

CAMPANHA CONTRA OS ASSASSINATOS NA VENEZUELA

Nós, abaixo assinados, repudiamos os assassinatos de dirigentes sindicais, que recentemente custou a vida de mais um companheiro, dessa vez trata-se de Jerry Díaz, secretário de Imprensa do Sindicato da empresa Manpa-Higiénicos localizada no Estado de Aragua na Venezuela, assassinado no domingo 25 de abril. Este não é um caso isolado, nesta mesma entidade foram assassinados Richard Gallardo, presidente da UNETE de Aragua, Luis Hernández e Carlos Requena, membros da coordenação regional desta organização sindical, assim como também os sindicalistas Luis Delgado, Ramiro Ponce e Edraas Vásquez. No estado de Sucre foi assassinado o dirigente operário Argenis Vázquez, dirigente do sindicato da Toyota e Francisco Ferreira, delegado de Prevenção (CIPA) da empresa Sidetur, de Caracas, entre outros.
 
Devemos deter estes crimes e terminar com a impunidade que mantém livres os autores materiais e intelectuais destes assassinatos. Se não se faz justiça de forma imediata corremos o risco que se instale na Venezuela o método da violência e dos matadores de aluguel para dirimir as diferenças políticas e sindicais, cerceando-se assim as liberdades democráticas.
Exigimos do governo da Venezuela, do Ministro do Interior, da Fiscalia Geral, da Defensoria do Povo e das autoridades judiciais, que se investigue e castigue os responsáveis intelectuais e materiais destes crimes aberrantes.


ASSINAM:
PLINIO DE ARRUDA SAMPAIO - CANDIDATO DO PSOL A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
CHICO ALENCAR - DEP FEDERAL DO PSOL - RJ
MILTON TEMER - CANDIDATO AO SENADO PSOL - RIO DE JANEIRO
BABÁ - DIREÇÃO NACIONAL DO PSOL
RENATINHO - VEREADOR DE NITERÓI - PSOL-RIO DE JANEIRO
PAULO EDUARDO GOMES - EX-VEREADOR DE NITERÓI - PSOL RIO DE JANEIRO
SINTUFF - SINDICATO DOS TRABALHADORES DA UFF - RIO DE JANEIRO
SINDICATO DOS TRABALHADORES QUIMICOS DE SÃO JOSÉ E REGIÃO - SÃO PAULO
SINTSEP - SINDICATO DOS TRABALHADORES NO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DO ESTADO DO PARÁ
SINTRAN - SINDICATO DOS TRABALHADORES RODOVIÁRIOS DE ANANINDEUA E REGIÃO/PARÁ.
DCE UNAMA
DCE UFOP
SILAEDSON JUNINHO - DIRETOR DA UNE - OPOSIÇÃO
COLETIVO VAMOS À LUTA

MOÇÃO APROVADA NA ASSEMBLÉIA DOS TRABALHADORES DA UFF-RJ
MOÇÃO APROVADA NA ASSEMBLÉIA DOS TRABALHADORES QUIMICOS DE SÃO JOSÉ E REGIÃO-SP

100 mil vão as ruas de atenas protestar contra a crise

Ao fim da manhã de quarta-feira, foi divulgada a notícia da morte de três pessoas durante um incêndio num banco no centro de Atenas. Apesar do responsável pela polícia não ter apontado as causas, a imprensa internacional afirma que o incêndio ocorreu após um ataque com cocktails molotov lançados para o interior do edifício.

Logo pela manhã, cerca de 100 mil pessoas manifestaram-se em vários pontos da capital grega em protesto contra as medidas de austeridade negociadas pelo governo, FMI e Banco Central Europeu. O centro de Atenas converteu-se no palco de confrontos com a polícia, lançamento de cocktails molotov, muitas montras partidas e graffitis apelando à resistência contra as medidas do governo de Giorgos Papandreou.

O protesto alastrou a outras cidades, como Salónica, onde se manifestaram 20 mil pessoas e se registaram igualmente confrontos com a polícia grega.

A greve está a ter uma grande adesão, com a paragem dos transportes aéreos, marítimos e ferroviários, bem como da maioria das escolas e serviços públicos. Também a imprensa aderiu a esta greve geral, interrompendo os serviços noticiosos de rádio e TV. Em Atenas, os transportes públicos funcionaram com horário reduzido, de modo a permitir a chegada dos manifestantes aos locais dos protestos convocados pelas centrais sindicais no centro da cidade.

"Este comício teve o dobro das pessoas do maior comício alguma vez realizado na Grécia", disse Spyros Papaspyros, do sindicato da função pública ADEDY. "Amanhã à tarde vamos protestar em frente ao Parlamento e se o governo não nos ouvir, pode contar com mais acções de luta na próxima semana", acrescentou o sindicalista citado pelo Wall Street Journal.

O plano do FMI para financiar a economia grega, avaliado em 110 mil milhões de euros, prevê medidas de corte na despesa pública grega no valor de 30 mil milhões, atingindo fortemente os salários e as pensões, a subida imediata do IVA para 23% e a liberalização das leis laborais. O parlamento vai votar esta quinta-feira o pacote de austeridade do governo socialista.

05-Mai-2010

Dirigentes do MTL são absolvidos de condenação, por unanimidade, pela 2ª Câmara Criminal do TJMG

João Batista, Marilda Ribeiro e Dim Cabral estavam condenados em primeira instância há 5 anos e 6 meses de prisão por participarem da luta pela Reforma Agrária no Triângulo Mineiro.

No último dia 20 de abril, os membros da Coordenação Nacional do MTL João Batista e Dim Cabral e a advogada e dirigente do MTL Marilda Ribeiro obtiveram uma importante vitória contra a criminalização imposta sobre eles por estarem, há mais de 20 anos, à frente de importantes lutas pela Reforma Agrária no Triângulo Mineiro. Condenados por formação de quadrilha, incitação ao crime e extorsão pelo juiz Joemilson Donizetti da Comarca de Uberlândia, os dirigentes foram agora absolvidos, sendo que os quatro desembargadores presentes na seção acataram os recursos por não verem nenhuma prova contra eles.

Como sempre denunciou o MTL, tal tentativa de criminalização tem origem na posição conservadora de promotores e juízes, aliados aos interesses do latifúndio e do agronegócio na região, bem como de políticos e da imprensa local. Os dirigentes do MTL lideraram a principal luta agrária do Estado de Minas Gerais, na fazenda Tangará, localizada no município de Uberlândia. Ocupada pela primeira vez em 1999 e depois no ano 2000 por 700 famílias, a fazenda Tangará foi palco de vários conflitos provocados pela polícia e por pistoleiros. O povo organizado pelo MTL resistiu contra todas as injustas tentativas de reintegração de posse. O próprio INCRA considerou o imóvel como improdutivo, cuja desapropriação foi conquistada no ano de 2002, onde vivem hoje 250 famílias assentadas.

Importante destacar que a defesa do MTL contou com um importante apoio da CONLUTAS, que articulou a participação da OAB Nacional no caso. Para além dos advogados constituídos pelo MTL, a OAB Nacional delegou um importante advogado criminalista de São Paulo para a defesa das prerrogativas da advogada Marilda Ribeiro, que sempre atuou em defesa dos trabalhadores sem-terra nas ocupações da região.

O MTL considera, essa, uma importante vitória, mas uma vitória apenas parcial, seja porque continua a sua luta contra as condenações impostas a João Batista e Dim Cabral em outro processo originário da mesma luta da Fazenda Tangará, que aguarda a interposição de recursos para os Tribunais em Brasília. Vitória também parcial pelo fato de inúmeros Movimentos e organizações do campo e da cidade continuarem a receber todo tipo de criminalização suscitado pelo poder judiciário, pelas forças repressivas formais ou pelas forças paramilitares. É preciso que continuemos atentos e unificados contra todas as investidas que tentam buscar artifícios políticos e jurídicos para barrar a luta do povo pobre e trabalhador.

Conclamamos também a manutenção de toda solidariedade a Dim Cabral e João Batista, que continuam lutando contra a condenação de 5 anos e 4 meses, imposta aos mesmos em razão da legítima luta pela reforma agrária.

Ato do 1 de Maio no RJ


Vídeo-documento sobre o 1 de maio de 2010 no RJ.Importante relato da luta do povo de Niterói em unidade com os trabalhadores exigindo dos governantes (Lula,Cabral,e o prefeito) que reconstruam as suas casas destruídas pela enchente.

22/04/2010

parque tecnológico


Juventude Vamos à Luta
Balanço e perspectiva sobre o debate do Parque Tecnológico

Neste dia 9 de abril, o anti-democrático CONSUN(Conselho Universitário), composto por 70% de professores, 15% de funcionários e 15% de estudantes, aprovou o parecer de que a UFRGS terá um Parque Tecnológico sob a justificativa de “ampliar a relação universidade-empresa” e “fortalecer a competitividade das empresas”. Esta aprovação ainda se deu com um mega-operativo montado pela Polícia Federal a pedido da Reitoria, com o objetivo de intimidar qualquer tipo de manifestação democrática. Um parecer apoiado em idéias e projetos do Governo de Lula, como as “Parcerias Público-Privadas(PPPs)” e a “Lei de Inovação Tecnológica”, ambas seguindo a lógica privatista que o Governo Federal tem aplicado nas universidades e nos serviços públicos do Brasil.

Temos certeza de que esta votação não reflete o sentimento de centenas de estudantes que participaram dos debates(audiências públicas, assembléias, etc.) sobre o Parque. Debates estes conquistados com luta, quando o movimento estudantil barrou a reunião do CONSUN em 5 de março(em plenas férias escolares), apesar da reitoria buscar, através da segurança, espancar cada manifestante, mostrando a verdadeira face ditatorial do reitor Alex. A maioria das falas dos debates refltiam que o conhecimento da universidade não pode ser aproporiado por meia-dúzia de grandes empresas. Nós, da Juventude Vamos à Luta, propusemos que este parecer fosse debatido amplamente na Universidade e que fosse decidido a partir de um plebiscito paritário(33% professores, 33% funcionários, 33% estudantes), o que não foi aceito pela reitoria.

Nosso conhecimento deve servir para combater os graves problemas sociais do Brasil

Porém, apesar do parecer do Parque ter sido aprovado, temos certeza de que o debate segue em aberto.  

Por mais que tenhamos que seguir denunciando o parecer, não podemos nos furtar de debater o regimento do Parque.

No debate de regimento o movimento estudantil combativo da UFRGS deve apontar com clareza que nosso conhecimento deve estar atento em como a Universidade ajuda a combater os problemas sociais existentes no país, e não em como a Universidade deve servir para gerar mais lucro para meia-dúzia de empresários.  Apenas para exemplificar, tragédias como as do Rio de Janeiro mostram que o problema da moradia é seríssimo e vem inclusive matando nosso povo. Hoje somente em Porto Alegre, temos 700 famílias que vivem em áreas de extremo risco de desabamento. Como a Universidade pode produzir conhecimento para resolver este tipo de problema é, em nossa opinião, o centro do debate.

DCE-Livre: Mais uma vez um papelão!

O DCE-Livre mais uma vez mostrou para que veio. Enquanto 150 manifestantes estendiam faixas contra a proposta da reitoria, o DCE levou 11 “estudantes” para manifestação a favor do Parque Privastista! Enquanto isso anunciou que a Gerdau, multinacional exploradora da mão-de-obra dos trabalhadores, doou 30 mil para a gestão do DCE! Um verdadeiro escândalo. Mas como “quem paga a banda escolhe a musica” o DCE estava lá, apoiando a Polícia Federal e a repressão por parte da reitoria.

Aprofundar o debate com o conjunto de estudantes

Vemos que a tarefa primordial neste momento para o movimento estudantil da UFRGS é levar o debate para o conjunto de estudantes de cada curso, fazendo assembléias e debates.

19/04/2010

Professores Portugueses: petição contra avaliação de desempenho em concurso

Uma petição com pelo menos dez mil assinaturas será entregue no ME para contestar a introdução da avaliação de desempenho como um critério para o concurso de colocação de professores que termina sexta-feira.

Em declarações à Lusa, neste domingo, o líder da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário Nogueira, disse que o abaixo-assinado tinha recolhido até sexta feira à noite 8.044 assinaturas, acreditando que durante o fim de semana o número terá "certamente ultrapassado as 10 mil".

A Fenprof e os Sindicatos da Educação (FNE) contestam que a avaliação de desempenho seja um critério na elaboração da lista de graduação dos docentes no concurso anual para preenchimento das necessidades transitórias que teve início na segunda feira passada.

A entrega da petição está agendada para às 17h desta segunda-feira, estando previstas, em simultâneo, outras concentrações em frente das direcções regionais do Alentejo e do Algarve.

"A avaliação não deve poder ser considerada para este concurso, independente do que vier a acontecer no futuro quando a legislação for alterada, porque ela será e terá aqui uma influência muito negativa na ordenação dos candidatos e no acesso ao emprego", afirmou Mário Nogueira, defendendo que a actual situação irá criar "grandes injustiças" e "grandes descriminações".

Para o líder da Fenprof, o que está em causa é "fazer justiça" e "rigorosamente mais nada".
"Não estamos a negociar nada, não estamos a alterar diplomas legais, não estamos a alterar legislação, (…) queremos sim que as coisas corram de uma forma justa e que o acesso ao emprego por parte dos professores tenha lugar através de um concurso que seja justo e que se perceba que o contexto em que essa avaliação decorreu não é possível de ter depois consequências no emprego e no acesso ao emprego", frisou.

Mário Nogueira afirmou também que a contestação não ficará por aqui, avançado que durante esta semana, em princípio na próxima quarta-feira, os representantes dos professores vão entrar com acções em tribunal para travar "este disparate", acção que poderá passar por uma providência cautelar.
"Pretendemos que a acção possa ser mesmo uma providência cautelar e é isso que está a ser trabalhado pelos nossos juristas. Teremos de ver se a acção adequada para aquilo que está em causa é uma providência cautelar ou uma acção de outro tipo", esclareceu.

Em reacção às declarações da Ministra da Educação, que reafirmou neste sábado, em Évora, que a avaliação de desempenho vai contar para o concurso de colocação de professores, o líder da Fenprof afirmou que "a teimosia retira a lucidez às pessoas", concluindo que a actuação de Isabel Alçada está "ao nível do que durante quatro anos e meio foi feito pela sua antecessora".

FONTE: Bloco de Esquerda

Estudantes na UNAMA se mobilizam pela redução da mensalidade

Na última sexta-feira, 16/04, depois da mesa de movimento estudantil do Encontro Regional dos Estudantes de Serviço Social, cerca de 300 estudantes realizaram uma mobilização na Universidade da Amazônia (UNAMA) pela redução da mensalidade na universidade. O centro da pauta era a mensalidade do curso de serviço social que é a mais cara do curso na região norte. Os estudantes ocuparam o hall da reitoria e depois de protocalada a pauta fecharam a Alcindo Cacela, rua em frente a universidade.

Além do DCE da UNAMA  e do Centro Acadêmico de Serviço Social, estiveram presentes várias outras entidades como e ENESSO (Executiva Nacional do Estudantes de Serviço Social), ENECOS (Executiva Nac. dos Estudantes de Comunicação Social), DCE da Esácio FAP, CACOS-Estácio FAP, CACOM-UNAMA, DCE UFPA, Coletivo Vamos à Luta e ANEL.


Sexta de Abril vermelho no ME do Pará
 
A sexta-feira no Pará foi um dia muito rico de mobilização. Enquanto a pauta na UNAMA era a redução da mensalidade, a faculdade de ciências sociais da UFPA foi ocupada em defesa de qualidade pro curso e o CACOS da FAP está programando uma resposta a mobilização contra as  taxas que começamos ano passado.

Nacionalmente tivemos recentemente a mobilização na UFMT e nesse momento acontece o FENEX como importante espaço de articulação da unidade do movimento estudantil a partir da luta real.

Esse fatos nos mostram que existe um grande espaço para a construção de um novo movimento estudantil que supere a forma burocratizada de organização que é hoje a UNE. Esse novo movimento entretanto surge das lutas e das pautas objetivas que temos para atuar em comum em defesa de uma educação de qualidade, seja a partir das lutas na pagas contra mensalidades e taxas, seja nas públicas contra a precarização do ensino. 
abços e bjos

Vamos à Luta!!!!

Júlio Miragaia
DCE Estácio-FAP
ENECOS Regional Norte
Juventude Vamos à Luta-Pará!!!

16/04/2010

Moradores protestam por moradias em Niterói-RJ


Representantes de dez comunidades atingidas pelos deslizamentos participaram de ato. Parentes acenderam velas em memória aos mortos.


Moradores de dez comunidades atingidas pelos deslizamentos provocados pela chuva em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, se reuniram na noite desta quinta-feira (15), em frente à prefeitura, para pedir a construção de moradias e soluções para as áreas afetadas.

De acordo com a Polícia Militar, cerca de 400 pessoas participaram do ato. No entanto, os organizadores do movimento afirmaram que o número de manifestantes chegou a mil.
Os líderes comunitários fizeram uma lista de reivindicações e apresentaram para os secretários de Habitação, Assistência Social, Integração Comunitária e de Governo. O prefeito Jorge Roberto Silveira não participou do encontro.

Ao som do funk “Eu só quero ser feliz”, os manifestantes caminharam pelas principais ruas do Centro de Niterói. O trânsito ficou complicado em algumas vias, como a Avenida Amaral Peixoto e a Rua da Conceição.

Em frente à sede da prefeitura, os parentes das vítimas dos deslizamentos estenderam cartazes, acenderam velas e jogaram rosas em memória aos mortos na tragédia.

11/04/2010

“Do caos à lama”
Nota sobre a situação no Rio de Janeiro.
 
O Caos!
 
Estamos vivendo dias de caos no estado do Rio de Janeiro. Desde a noite da última segunda-feira (05/04) o Rio tem sofrido com fortes chuvas que abalaram todo o seu funcionamento. Desde o incômodo de pessoas com dificuldade de locomoção até milhares de desabrigados e desalojados, e pior ainda, até agora são 179 mortos. Este último número, infelizmente, irá subir nas próximas horas.
A região metropolitana foi a mais afetada, mas cidades da baixada como Nilópolis, da região dos lagos como Maricá, Araruama e Saquarema, dentre outras, também foram atingidas. As situações mais graves são as de Niterói, da capital e de São Gonçalo.
Em Niterói já são mais de 75 mortos e é onde o número mais tende a subir. No morro do Bumba, estima-se que pelo menos 200 pessoas possam estar debaixo dos escombros. Fora isso, no Morro do Estado, no Palmeiras e em outras localidades há também muitas vítimas.
Muitos lugares ainda estão sem luz e sem água. As aulas estão paralisados e muitos trabalhadores não conseguem chegar ao seu local de trabalho. Aos poucos, as cidades tentam voltar ao “normal”.
 
 
A lama!
 
Na manhã de terça, Lula esteve no Rio com Sérgio Cabral e Eduardo Paes para a inauguração do “PAC das comunidades” no Morro do Alemão. A inauguração não ocorreu porque a obra também estava debaixo d`água. Quando provocados por jornalistas todos eles tentaram colocar a culpa na natureza. Mas não apenas isso, foram além, e culpabilizaram a população pelo que estavam vivendo. No raciocínio de Cabral, Lula e Paes, a culpa pelas mortes e pelos desabrigados é justamente dos que morreram e dos que estão desabrigados, porque “escolheram morar em áreas de risco”.
Cabral que chorou por conta da emenda dos Royalties faz pouco caso da tragédia social pela qual o Rio está passando hoje.
Por trás desses discursos, há a tentativa de se eximir da responsabilidade por tantas mortes e sofrimento. Os verdadeiros culpados por tudo isso são em primeiro lugar Lula, Cabral, Eduardo Paes, Jorge Roberto Silveira e todos os demais prefeitos das cidades atingidas. Aos fatos:
 
1 - As verbas do Ministério de Integração destinadas a prevenção de catástrofes tem sido minguadas. O relatório da auditoria do Tribunal de Contas da União mostra que os recursos distribuídos e efetivamente aplicados são insignificantes. Entre 2004 e 2009 dos R$ 358 milhões destinados a essa rubrica, apenas 0,65% desse montante foram destinados ao estado do Rio de Janeiro. E dados do “Contas Abertas”, mostram que desde o início do ano até  nenhum centavo veio para o Estado do Rio;
 
2 – Cabral está no seu 4º ano de governo. O Estado do Rio recebe só de Royalties da exploração do petróleo anualmente 5 bilhões de reais. Em 4 anos são 20 bilhões. Não há nenhum programa do Governo Estadual de moradias para a população. A única medida que Cabral tentou efetivar foi a de “cercamento das favelas” para que novas moradias não fossem construídas.
 
3 – No caso de Niterói, o descaso do governo também é bastante nítido. No ano 2006, a pedido da Prefeitura, o Núcleo de Estudos e Projetos Habitacionais Urbanos (Nephu) da Universidade Federal Fluminense elaborou um plano de prevenção de riscos de deslizamentos e enchentes com custo estimado em R$ 44 milhões que não foi implementado. Na ocasião foram listados 142 pontos de risco de deslizamento. Segundo o jornal O Globo (08/04/2010), “o projeto contrasta com o orçamento da Prefeitura para as ações de drenagem e intervenções em áreas de risco, que prevê gastos de apenas R$ 13,7 milhões do R$ 878 milhões das receitas municipais deste ano.”
 
É por isso que afirmamos que as causas desse caos que estamos vivendo não são naturais. São políticas e sociais. Ficam claras as fragilidades em relação à habitação, saneamento básico, escoamento de águas pluviais, planos de emergência, saúde pública, etc.
 
A UFF tem que ajudar!
 
Estamos pressionando a Reitoria da UFF para que utilize suas possibilidades para ajudar as pessoas. Estamos exigindo: reabertura imediata da emergência do HUAP; liberação de espaços da Universidade para servirem de abrigo; abono de faltas de todos os funcionário efetivos e terceirizados destes dias e; liberação do bandejão para alimentação da população atingida.
 
 
Vamos à Luta!
 
A tarefa da juventude neste momento difícil deve ser a de cobrir de solidariedade à população de todo o Rio. Devemos construir comitês de coleta de donativos: alimentos, água, roupas, colchões, remédios, etc. Estamos ajudando diariamente no ponto de coleta de doações do HUAP. Quem quiser vir ajudar será muito bem vindo! Estamos organizando brigadas e indo aos lugares atingidos. Quando as aulas voltarem, temos que fazer isso também em nossos campi. Mas temos que ir além. O que nos difere do assistencialismo é justamente nossa ação política. Esta manhã estivemos na Assembléia dos moradores do Morro do Estado, onde estavam além dos moradores, várias entidades como o SINTUFF e o DCE da UFF. Deliberou-se a realização de uma grande manifestação pública em Niterói, no próximo dia 15/04 (quinta-feira) contra o descaso dos governantes. Temos que ajudar a construir este grande ato para pedir a cabeça dos verdadeiros culpados pelo caos.
 
    Coletivo Estudantil “Vamos à Luta!”
 
               Juninho: juninho.uff@gmail.com (21) 9394-6339
               Bárbara Sinedino: barbara2870@yahoo.com.br (21) 8873-6479
               Ciane: ciane.rodrigues@hotmail.com (21) 8546-8373
                Rafael Lazari: lazari.rafael@gmail.com (21) 7119-4732
                Marco Antônio “Amapá”: marcounifap@yahoo.com.br (21) 8691-9607
               André “Kbça”: andretertuliano@gmail.com (21) 9298-2282
 

09/04/2010

Mostra de Cinema do coletivo LGBT UFRGS



A mostra de cinema promovida em parceria entre o Coletivo LGBT da UFRGS e a Sala Redenção será uma atividade de extensão e, como tal, gerará créditos aos(às) participantes. As sessões têm entrada franca e a atividade também dará direito a certificados pelos quais será cobrada a taxa regular da UFRGS.


Para conseguir os créditos e o certificado, será necessário participar das sessões comentadas que acontecerão durante a mostra. Confira abaixo a programação das sessões comentadas e agende-se!


Santiago (Brasil, 2007, 79min) de João Moreira Salles
09 de abril – 19h
Debatedor: Paulo Faria, professor do Departamento de Filosofia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFRGS


Filadélfia (Philadelphia, Estados Unidos, 1993, 128 min) de Jonathan Demme
16 de abril – 19h
Debatedor: Henrique Caetano Nardi, professor do Departamento de Psicologia Social e Institucional do Instituto de Psicologia da UFRGS.


Um amor quase perfeito (Le fati ignoranti,2001, 105min) de Ferzan Ozpetek
22 de abril – 19h
Debatedores: Tânia Cardoso, Coordenadora e curadora Sala Redenção e Alexandre Bello, doutorando em Educação pela UFRGS.


 Wilde (Wilde, Reino Unido, 1997,118 min) de Brian Gilbert
  23 de abril – 19h
Debatedor: Roger Raupp Rios, Juiz Federal e Corregedor da Justiça Federal da Quarta Região.

Tudo sobre minha mãe (Todo sobre mi madre, Espanha, 1999) de Pedro Almodóvar
30 de abril – 19h
Debatedora: Kathrin Holzermayr Rosenfield, professora do Departamento de Filosofia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFRGS

toda a programação aqui


FONTE: http://coletivolgbtufrgs.blogspot.com/










































.

07/04/2010

Não ao parque tecnológico!!!!!

Carta aos colegas estudantes, professores e funcionários da UFRGS

Desde o início do ano, nossa universidade esteve pautada pela discussão acerca do projeto de Parque Tecnológico da UFRGS. E às vésperas de sua votação no próximo CONSUN, que será nesta sexta-feira dia 9 de Abril, é necessário fazer uma breve avaliação a fim de reunir as conclusões de nossa luta e armar nossa ação para o dia 9.

Considerando:

1 Que o projeto de Parque Tecnológico da UFRGS consiste na abertura das portas da universidade em vista de atender às demandas das empresas que se alocarão e farão uso dos recursos técnicos materiais e humanos da universidade. Além de promover a cultura do empreendedorismo e da competitividade no ceio de uma instituição pública. E, portanto, um passo em frente à privatização da UFRGS. E vimos os resultados das privatizações na Saúde, Educação, Segurança pública e outros setores sociais, que hoje se encontram em sucata.

2 Que o projeto UFRGS - Tec. está em conformidade com a concepção de educação defendida e aplicada pelo Governo Lula em suas diversas expressões, no caso do parque, amparado pela Lei de Inovação Tecnológica e que, em vista disso, faz parte de um projeto mais global de sucateamento dos serviços públicos e privatizações, vinculado ao Banco Mundial e ao FMI.


3 Que o debate feito ao longo deste mês foi fruto de uma vitória do movimento organizado, e, em vista disso, se deu à revelia da reitoria, cuja postura sempre foi de cercear a discussão, inclusive apelando para a violência física contra os estudantes que exigiam um maior debate e democracia.

4 Que apesar de ser possível identificar a mudança de algumas expressões utilizadas pela reitoria ao argumentar sobre o Parque , não vislumbramos alterações de conteúdo do projeto que, de fato, mudem seu caráter inicial.

5 Que, embora uma vitória arrancada à força pelo movimento, os debates não serviram para efetivar a construção coletiva do projeto, tanto pela composição da mesa, quanto pelo fato de não serem deliberativos. No final das contas quem decidirá será o CONSUN, que além de tudo funciona por 70% 15%/15%!

6 Que neste caso não há como conciliar os interesses do povo e da comunidade acadêmica com os das empresas, sejam grandes ou pequenas, multinacionais ou nacionais. Hoje vemos e vivemos problemas seríssimos em nosso estado e país como o avanço da dengue e as enchentes, apenas para exemplificar. Enquanto a Universidade Pública deveria debruçar-se sobre estes problemas, o Parque Tecnológico não servirá à população que convive com isto, servirá apenas para maximizar o lucro de meia dúzia de empresas. E não há emenda que consiga transformar substancialmente o projeto, uma vez que sua essência consiste, e vai continuar consistindo, na privatização, na perda da autonomia de pesquisa, na abertura de outra fundação de apoio, na concepção de extensão como prestação de serviços e etc.

7 Que além de tudo, o projeto UFRGS-Tec não resolve o problema do acesso à universidade pública, não resolve as filas do RU, a falta de professores, funcionários, livros, assistência estudantil e etc. E que estes são assuntos muito mais urgentes. Os quais a reitoria e a comunidade acadêmica deveriam se debruçar com mais prioridade.

Chamamos a tod@s os estudantes e trabalhadores a comparecer em frente à reitoria para manifestar nosso repúdio e barrar este parque!

Contra a privatização da UFRGS!

Queremos verba pública para financiar a pesquisa autônoma e voltada para a maioria da população! 10% do PIB para a educação! 50% dos recursos gerados pelo pré-sal para a educação! Por extensão e assistência estudantil de verdade, não prestação de serviços, não somos mão-de-obra barata! Paridade nos conselhos já! O CONSUN antidemocrático não pode votar o parque! Pela revogação da Lei de Inovação Tecnológica do Governo Lula! Tecnologia para acabar com as filas do R.U! Abaixo a Reforma Universitária de Lula e FMI!

Compareça ao CEB auto-convocado dia 07 de Abril local na FACED sala 601 as 18:30! E venha se MANIFESTAR dia 9 NA REITORIA!

DAEFi – Juventude Vamos à Luta – Coletivo Pode Chegar - Juventude Alternativa Socialista

02/04/2010

professores de São Paulo

ASSEMBLÉIA-GERAL MANTEM A GREVE!!
É GREVE ATÉ A VITÓRIA!!!!

18/03/2010

Ocupação no CRUSP: estudantes reivindicam dignidade e condições de permanência

Estudantes da Universidade de São Paulo, moradores do Conjunto Residencial da USP (CRUSP), ocuparam nesta madrugada a sede do Serviço Social da universidade. Eles reivindicam condições dignas de permanência estudantil, um política séria e dialogada de Assistência Estudantil e a parada imediata dos planos de segurança que invadem a privacidade.

Moradores do CRUSP, reunidos em assembleia, decidiram por ocupar o Serviço de Assistência Social da COSEAS por tempo inderteminado.

A pauta de reivindicação gira em torno da (des)assistência estudantil prestada por esse órgão aos estudantes que apresentam dificuldades financeiras de se manterem na universidade. Historicamente, reivindicamos ampliação das vagas na moradia e no alojamento, rapidez na entrega de novos blocos, ampliação do apoio-alimentação e nos posicionamos contra a extinção da bolsa trabalho (as vezes único meio de sustento para o estudante calouro). Enfim, o que sempre levantamos como bandeira é o oferecimento de condições de permanência dignas na universidade.

Independente da concordância com a estratégia, qual seja, a ocupação de um prédio público como forma de pressão ao esgotamento de um (falso) diálogo, a atitude de nossos colegas precisa de colaboração, pois é imprescindível que seja preservada a segurança dos que estão lá dentro.

Além do mais, querendo eles ou não, essa atitude acabará sendo uma espécie de teste para o Dr Rodas, reitor recém empossado da pomposa USP, mostrar se veio mesmo disposto a dialogar ou para agir como a sua predecessora, chamando a polícia de choque para resolver impasses dentro do campus. Vejamos...